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28/08/2019

LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS


Dados pessoais são coisa séria — principalmente nas mãos de outras pessoas sem o total consentimento dos seus proprietários. Foi pensando nisso que o governo federal aprovou a lei geral de proteção de dados. Neste post, vamos saber mais sobre ela e seus impactos nas empresas e usuários.

Essa legislação já tem data marcada para vigorar e os gestores já se estão se preparando com a utilização de formas otimizadas de gerenciamento de dados. Sem mais demora, apresentaremos a lei e suas implicações. Confira!

Do que se trata a Lei Geral de Proteção de Dados?
A Lei 13.709, mais conhecida como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), foi sancionada pelo então presidente Michel Temer, em agosto de 2018. Se principal objetivo é regulamentar devidamente o tratamento de dados pessoais de usuários e clientes por parte de companhias tanto públicas como privadas.

Assim, a lei combate diretamente o uso indiscriminado de dados pessoais repassados por meio de formulários e cadastros e confere ao cidadão o direito de estar ciente sobre como suas informações serão utilizadas. Além disso, deve haver um consentimento prévio por parte dessa pessoa antes do uso e da transferência de informações para as organizações.

Quando ela entra em vigor?
A previsão é de que a lei passe a vigorar em agosto de 2020, dois anos após a aprovação. Esse prazo específico foi determinado para que as empresas tenham um período razoável de tempo para se adequar às novas práticas e exigências de proteção e transparência.

Quais os principais cuidados que sua empresa precisa ter em relação à LGPD?
Para se enquadrar nas novas exigências, as empresas terão que realizar investimentos relacionados à implantação de estrutura e de política internas de compliance digital. Esse requerimento vale tanto para os órgãos públicos como para as organizações do setor privado.

A primeira ação é realizar um diagnóstico da equipe de TI, seja ela interna ou terceirizada, para gerar relatórios de análise de risco e de impacto das novas exigências. A partir daí, será possível determinar os pontos vulneráveis e determinar as ameaças mais urgentes a serem combatidas.

Outra importante diferença é que as empresas terão que contar com profissionais que exerçam as funções de controlador, operador e do encarregado do tratamento com dados. Para estabelecer esse novo organograma de forma progressiva, é recomendado que as companhias criem comitês que operem diretamente na elaboração de políticas internas.

Assim, será mais fácil estabelecer metas e planos de gerenciamento de proteção das informações. Além disso, esses grupos poderão debater questões como planos de emergência envolvendo riscos associados à segurança e à privacidade. Para isso, é indispensável o envolvimento da alta cúpula do negócio, para que mudanças pontuais e aprimoramentos possam ser aprovados de forma ágil.

Com essas políticas, os gestores fortalecem suas diretrizes e capacitam seus colaboradores para que a nova legislação entre em vigor sem prejuízo para a empresa, que estará devidamente preparada. Outra ótima medida é a realização de auditoria nos bancos de dados.

Quais são as penalidades para quem descumprir a lei?
A empresa que descumprir diretamente a LGPD estará sujeita a uma multa de até 2% de seu faturamento, a depender do grau e do tipo da violação cometida. É importante saber que o valor da sanção pode alcançar R$ 50 milhões em ocorrências mais graves.

Além disso, a empresa pode ter todo o seu trabalho de tratamento de dados temporariamente suspenso ou até mesmo proibido.

Como pudemos ver, ainda há um bom tempo antes que a Lei Geral de Proteção de Dados entre efetivamente em vigor. É necessário que a sua companhia se prepare para agir de acordo com a consultoria de profissionais especializados em tecnologia.

26/08/2019

COMO SELECIONAR UM ERP? QUAL O MELHOR: ERP LOCAL OU ERP EM NUVEM?

Diante da nova realidade digital globalizada percebemos que para melhorar o desempenho da sua empresa no mercado é necessário um excelente programa de gestão e no momento da escolha é melhor optar um software ERP local (estrutura na empresa) ou ERP em nuvem (Cloud)?
O grande passo foi já foi dado para se manter competitivo no mercado que é o olhar para dentro da empresa utilizando integração entre setores com o apoio da tecnologia da informação. Agora para selecionar o melhor sistema para seu negócio vamos abordar a seguir as vantagens e desvantagens de possuir infraestrutura local ou em nuvem.

Diferenças
Sistema Local
O ERP é instalado e implantado localmente em computadores que conhecemos como servidores (computadores de grande porte) e serão necessários para sua implantação um certo investimento em equipamentos e infraestrutura física/ lógica que são: Cabos, Switches, Hacks, Patch Painel, computadores, nobreaks, estrutura de backup, licenciamento de software, link de internet, contratação de equipe de TI e/ou empresas para realizar implantação e administração do ambiente.

Vantagens
Intervenções poderão ser realizadas sempre que necessário;

Os sistemas poderão ser personalizados;

Maior controle;

O gestor poderá selecionar a equipe que prestará suporte;

A empresa ficará responsável pela segurança dos dados.


Desvantagens

Custos não previsíveis em longo prazo com substituição e atualização de equipamentos;

Custo com equipe de TI;

Custo com aquisição de software e licencimentos;

A é de responsabilidade da empresa;

Dificuldade para atualizar sistemas;

Personalizações e suporte poderão gerar atrasos.

Sistema em Nuvem
O ERP hospedado em nuvem (datacenter externo), são fornecidos e oferecidos em forma de prestação de serviço por empresas de softwares (desenvolvimento e implantação de sistemas), baixo investimento inicial, rápida implantação e acesso a qualquer hora de qualquer lugar vinte e quatro horas sete dias na semana (24x7), onde os dados ficam armazenados com total segurança em computadores em locais remotos, e a única infra estrutura necessária são: Dispositivos móveis (celulares ou smarphones, tablet, computado) e acesso a internet.

Vantagens:
Poderá ser acessado a qualquer hora e de qualquer lugar com um dispositivo móvel e navegador com acesso à internet;

Segurança, administração, backup e suporte dependem exclusivamente do fornecedor e os valores estarão inclusos no contrato de prestação de serviços;

Não há necessidade de contratação de equipe ou profissional de TI;

Custos são planejados e previsíveis;

Menor investimento inicial;

Menor tempo de implementação e atualização.

Desvantagens:

Nem todos os fornecedores se comprometem devidamente e/ou não a segurança da informação como deveriam;

Dificuldade para personalização;

Menor tempo de implantação poderá significar menos customizações.

Diante dos comparativos qual a melhor opção para sua empresa, você já decidiu?

Ainda não decidiu? Claro que não seria tão fácil assim. Para tomada de decisão se faz necessário analisar os objetivos empresariais, tempo, custo, prazos, se o trabalho será realizado home Office ou local, se a empresa deseja obter mais controle, se prefere contratar equipe de tecnologia ou terceirizar a administração da estrutura de tecnologia.
Fatores críticos para o sucesso da sua escolha e implantação de um ERP:
Possuir conhecimento em tecnologia da informação ou contratação de profissional e/ou empresa para auxiliar no projeto e na tomada de decisão;
Pesquisar possíveis fornecedores de sistemas;
Analisar se a solução atende aos requisitos empresariais da sua empresa;
Definir um plano de capacitação e treinamento para as pessoas que deverão operar os sistemas;
Definir requisitos de segurança e administração do ambiente contratado e fazer constarem em contrato;
Analisar experiência dos profissionais e empresas responsáveis pela venda, implantação dos sistemas desejados; (Pesquisar referências)
Analisar casos de sucesso realizando visita e consulta presencial em clientes que operam com os sistemas pretendidos, entrevistar áreas chaves que utilizam o sistema para entender sobre dificuldades e funcionalidades; (Pesquisar referências)
Definir e realizar cálculo do ROI - Return on Investment (Retorno sobre o investimento), para compreender os custos diretos, indiretos com a aquisição e implantação.


Ivson Estevão
contato@kosmoscsti.com.br

23/08/2019

Educação 3.0

Óculos de realidade virtual. Tablets e, claro, conexão de alta velocidade. Nesta escola, esses elementos digitais se transformaram nos principais instrumentos de aprendizado do idioma de Shakespeare. Aprender inglês é um desafio para os brasileiros. Menos de 4% da população do país é considerada capaz de se comunicar no idioma. Aqui, a aposta é romper as barreiras com a ajuda da tecnologia.
A experiência sensorial da realidade virtual é apenas um dos recursos que a tecnologia mais moderna está trazendo para as salas de aula. Na verdade, estamos começando a experimentar uma nova fase nos sistemas de ensino. Um novo momento que está sendo chamado de Escola 3.0.
Essa nova escola nasce graças à tecnologia, mas, na verdade, chega para atender as exigências cada vez maiores de um mundo mais e mais conectado. Um mundo cuja compreensão não mais cabe nos tradicionais cadernos ou lousas.
Um estudo da organização mundial do trabalho diz que 65% das crianças que estão hoje no ensino primário irão trabalhar em profissões que ainda não existem... e em empresas que sequer foram criadas.
O problema é que, no Brasil, a maioria dos estudantes continua a aprender do mesma forma que nossos pais ou até nossos avós...
Já que é assim, sempre tem gente que enxerga no problema uma oportunidade. Exemplos como o da escola de inglês começam a multiplicar pelo país. E essas novas empresas já receberam o nome de batismo de EdTechs. Elas são, em sua maioria, startups que atuam na transformação do processo de ensino. São as sementes da Educação 3.0.
A educação do futuro promete ser cada vez mais personalizada. O desafio é oferecer uma formação universal que consiga, ao mesmo tempo, dar mais vazão às habilidades de cada aluno.
Como a gente disse, a tecnologia é quem torna possível o nascimento dessa Educação 3.0, mas muito ainda vai depender dos professores. Eles também vão precisar se adaptar aos novos tempos. E isso vai significar, principalmente, entender que a sala de aual não é mais o centro do aprendizado. E que os professores são apenas uma das fontes de conhecimento que precisam ser acessadas pelos alunos.
Voltando às aulas de inglês super modernas, o exemplo está frente dos olhos, literalmente. Além dos aparelhos digitais, todo o conceito de ensino foi baseado em um conceito criado no MIT, o famoso Instituto de Tecnologia de Massachussets. Ou seja, nessa nova escola, os professores precisam assumir uma nova postura, precisam ter uma boa familiaridade com instrumentos da era digital e mais...
Como deu para sacar, a tecnologia oferece inúmeros caminhos para uma nova educação. Mas, isso não significa que haja soluções fáceis, especialmente num país como o Brasil. O que dá para dizer com certeza é que essa é uma trilha sem volta, que precisará ser percorrida por alunos, professores e todos aqueles ligados à educação, para garantir que os nossos estudantes de hoje tenham lugar no mercado de trabalho e no mundo do futuro.

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